Ausência da Alma

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011


Sinto a ira ofegante se apoderar do meu ser,
 
e o esplendor da vida, roda em cordas mal trançadas
quem me dera poder gotejar esta ira, aah...quem me dera!
De tão grande transborda no barril da minha covardia e padeço na angústia. 
Vivo numa busca incansável por mim... de tanto me apagar, já não existo!
E agora?
Agir, tomar posse de mim... a mente vai e o corpo permanece pálido e vil.
E na ausência da alma não mais vou saber da felicidade.
O que há de novo não me interessa, preciso antes de tudo restaurar o antigo, pois sem ele...já não existo.


Wilma Lopes
http://reflexoalheio.blogspot.com/

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