Sana - haibun

sexta-feira, 22 de outubro de 2010



As águas geladas do mês de outubro desciam o Sana e tocavam os pés descalços que se apoiavam entre uma pedra e outra. A força das águas tocava não apenas seu corpo, mas sim tocava todo o seu ser. Era uma alegria estar ali e se sentir  parte de tudo ao redor... Parte de toda aquela exuberante natureza!

águas que movem
depuram mentes e corpos,
fonte de vida!

águas puras
saciando corpos de 
gentes sedentas.


um manancial
cristalino e doce
rompe a serra!




Nt: Peço aos amigos escritores que perdoem minha ausência aqui na sala. Meu pc fritou e estamos apenas com uma máquina aqui em casa. Como somos 3 aqui o tempo na net estreitou. Mas logo estarei de volta! Grande abraço a todos!
Rosangela Ataíde

3 comentários:

{ Dú Pirollo } at: 23 de outubro de 2010 00:24 disse...

Minha querida amiga Rosangela, boa noite!!!
Adorei o poema, maravilhoso!!!
Com certeza, a água é uma grande fonte de vida, para nós e para a natureza... devemos sempre ter a força e a paciência das águas, pois conseguem superar seus obstáculos por maiores que sejam...
Parabéns pela excelente postagem, adorei minha amiga!!!
Grande abraço e muita paz!!!

{ Marcos Airosa } at: 23 de outubro de 2010 16:31 disse...

Sempre uma belíssima poesia, obrigado por estar presente, sua amizade é muito importante. Existe um lugar na descida de Friburgo para Casemiro de Abreu que se chama Sana é lindo me lembrou.Bjo.

{ Marina-Emer } at: 24 de outubro de 2010 14:55 disse...

gracias por seguir mi blog yo ya sigo el tuyo .saludos
Marina

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